Brasília, 03/07/09 (MJ) – Criar, inovar, mudar. São palavras-chave do Plano de Gestão Estratégica do Ministério da Justiça, lançado nesta sexta-feira (3) pelo ministro Tarso Genro, no mesmo dia em que o Ministério comemora 187 anos de sua criação.
Servidores públicos, representantes das polícias Federal (PF) e Rodoviária Federal (PRF), além de autoridades lotaram o Salão Negro do Ministério da Justiça para acompanhar a apresentação do Plano, que contou com uma peça teatral para ilustrar a mudança de atitude que começa a partir de agora na Administração Pública e que vai se refletir diretamente na qualidade dos serviços prestados ao cidadão.
O Plano foi preparado com base na metodologia do Balance Scorcard (BSC), que permite um alinhamento dos objetivos e metas da organização e é considerada uma das melhores práticas atuais de gestão. Além de trabalhar a motivação dos servidores, o Plano inclui o uso de um sistema informatizado, que vai auxiliar no acompanhamento da gestão administrativa, como controle de patrimônio, custos, compra de materiais e alocação de pessoal. O objetivo é ajudar a identificar problemas e indicar as soluções mais adequadas.
O ministro Tarso Genro afirmou que o Plano será uma ferramenta importante para o desenvolvimento do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci). “Trata-se de uma mudança de ordem técnica, comportamental, além de envolver projetos específicos por áreas. Vamos poder acompanhar ao vivo e em cores o andamento do Pronasci no município, se o sistema for bem alimentado.”
Ao todo, o Plano envolve 16 objetivos estratégicos, como explica o secretário-executivo do MJ, Luiz Paulo Barreto. “São projetos que mudam a cara do Ministério da Justiça, que envolvem profissionalização e valorização das pessoas, redistribuição de recursos e aferição de resultados. Parte do orçamento do MJ, por exemplo, é o servidor que vai apontar para onde o investimento deve ser direcionado”.
Outros órgãos vinculados ao Ministério da Justiça também vão implantar as novas técnicas de gestão, como a Polícia Federal (PF) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF). “O nosso foco é atender cada vez melhor o cidadão. Essa mudança poderá ser sentida, por exemplo, no momento de tirar passaporte ou outros documentos expedidos pelos órgãos públicos. O serviço como um todo ficará mais ágil e eficiente”, afirmou Barreto.